Em 2026, as tendências de comportamento do consumidor mostram compradores atentos aos preços, mas que também fazem gastos pontuais mais elevados, exigem privacidade e recorrem à inteligência artificial (IA) para comprar.
As tendências de consumo sugerem que os compradores estão mais informados, mais céticos e mais seletivos.
O comportamento de compra se fragmentou: alguns clientes descobrem uma marca em uma loja física, pesquisam sobre ela por meio de um assistente de compras com IA e concluem a compra pelo celular. Eles fazem tudo isso antes de avaliar se vale a pena abrir mão da privacidade para participar de um programa de fidelidade.
Para ajudar você a navegar por esse novo território, conheça nove comportamentos de compra e tendências de consumo para ficar de olho em 2026.
9 tendências de comportamento do consumidor que moldam 2026
1. Os clientes contam com a busca por IA para comprar
Os mecanismos de busca com IA estão consolidando um espaço nas decisões de compra dos clientes.
Os dados da Shopify confirmam isso: o tráfego para sites da Shopify vindo de buscas por IA aumentou oito vezes em relação ao ano anterior enquanto os pedidos cresceram 15 vezes no mesmo período.
O comércio de agentes é um modelo de compra online em que agentes de IA como ChatGPT, Google Gemini e Microsoft Copilot conduzem toda a jornada de compra em nome do cliente. Os agentes de IA pesquisam produtos, comparam opções e ajudam os compradores a concluir a transação.
O comércio de agentes com IA está surgindo como uma possível oportunidade para os varejistas. A questão não é se os agentes de compra com IA importam; é como preparar seu negócio de comércio para trabalhar com eles sem adicionar outra integração complexa a uma infraestrutura de tecnologia já sobrecarregada.
Um estudo de 2026 da Deloitte constatou que 31% dos executivos afirmam ter dificuldade em descobrir a melhor forma de alcançar os compradores que usam IA. De acordo com a “Pesquisa com Lojistas de 2025” da Shopify, entre aqueles que ainda não usam IA, 29% não têm certeza das capacidades e 26% não sabem qual ferramenta usar.*
O Universal Commerce Protocol (UPC), desenvolvido em conjunto pela Shopify e pela Google, é um padrão aberto que permite aos agentes de IA conduzirem jornadas de compra completas. Eles conseguem interpretar dados e deixar que os clientes concluam todo o processo de compra dentro da ferramenta de ia generativa, incluindo:
- envio de códigos de desconto;
- aplicação de credenciais de fidelidade;
- ajuste da periodicidade de cobrança de assinaturas;
- processamento de pagamentos.
“Na Monos, estamos entusiasmados com as compras de agentes porque elas nos permitem encontrar os clientes onde eles já estão”, explica Victor Tam, CEO e cofundador da marca de malas Monos.
“É uma nova forma de a nossa história e dos detalhes de nossos produtos aparecerem exatamente no momento em que alguém está fazendo perguntas reais com intenção real, em um formato que parece útil, não invasivo. Para uma marca construída sobre um design cuidadoso, é um próximo canal natural de descoberta e confiança.”
2. Os consumidores valorizam mais o custo-benefício, não apenas o preço
À medida que as pressões econômicas aumentam, os consumidores estão ponderando mais o custo-benefício na hora de decidir uma compra. O relatório de pesquisa com consumidores de 2026 da Capgemini constatou que quase três quartos dos consumidores trocariam de marca em busca de preços habituais mais baixos.
Os dados de 2026 da Salsify reforçam isso, apontando as políticas comerciais globais como o principal fator: 39% dos consumidores dizem que estão comparando preços com mais cuidado antes de finalizar uma compra enquanto 27% afirmam estar adiando compras não essenciais. O relatório aponta uma queda acentuada nos gastos diários, de 21% para 9% em relação ao ano anterior.
“Os consumidores continuam comprando”, diz Shelley Martin, fundadora da Skinician, “mas os itens em que gastam o dinheiro precisam valer muito o investimento. Resolva bem os problemas (o máximo deles possível com um único produto) e depois mostre aos seus consumidores como o seu produto torna a vida melhor.”
O relatório de 2026 da Deloitte constatou que quase metade dos compradores (incluindo 35% das famílias de alta renda) se comporta como caçadora de custo-benefício. Essas pessoas abrem mão da conveniência para manter os custos baixos.
“Acho que o custo-benefício é a razão pela qual saímos de 87 clientes para milhares agora. As pessoas começaram a tomar decisões de forma muito consciente sobre o que estão comprando e por que estão comprando”, diz Divyansh Ojha, fundador da Odd Bunch, em uma entrevista ao Shopify Masters.
3. A Geração Alfa influencia os gastos da família
A Geração Alfa, formada por quem nasceu entre 2010 e 2024, pode ser a geração mais nova, mas tem poder de compra, influenciando diretamente US$ 95 bilhões em compras, segundo um relatório da DKC.
Uma pesquisa da Salsify chega a uma conclusão parecida. Ela constatou que 43% dos pais e responsáveis dizem que seus filhos da geração alfa influenciam os gastos de alguma forma. Esse impacto é mais evidente nas categorias de alimentos e bebidas, moda e vestuário e eletrônicos.
- Mudanças na linguagem: o mesmo relatório da DKC constatou que 77% dos pais começaram (ou planejam) a aprender as gírias e a linguagem dos filhos da geração alfa.
- Empreendedorismo jovem: a geração alfa cresceu em paralelo ao surgimento da economia de criadores. É inspirador: 91% das crianças dessa geração estão ganhando dinheiro, segundo a DKC, e duas em cada cinco monetizam o engajamento online por meio de compra e venda pela internet.
- O filtro da nostalgia: cerca de sete em cada 10 pais da geração alfa são millennials, de acordo com a DKC. Esse grupo é conhecido pelo amor à nostalgia. Marcas como a Magic Spoon apostam nisso, usando sabores baseados no “cereal preferido da infância” dos clientes, mas com uma abordagem mais saudável.
“Quando você é criança, é claro que não é responsável pelas compras do mercado, mas agora os millennials estão no controle das decisões de compra das próprias casas e famílias”, diz Angie Meltsner, pesquisadora de tendências e insights do consumidor e fundadora do estúdio de insights culturais Tomato Baby.
“Eles conseguem, de certa forma, viver por meio dessas compras nostálgicas, adquirindo aquelas coisas que desejavam na infância, mas como alternativas mais saudáveis tanto para os filhos quanto para si mesmos.”
4. Os canais digitais influenciam a descoberta, mas a confiança ainda vem das pessoas e de comprovações
O TikTok Shop representou quase 20% do comércio em redes sociais em 2025. As vendas nos EUA cresceram 407% em relação ao ano anterior.
Mas o relatório “State of the Consumer 2026” da McKinsey encontrou um paradoxo na forma como as pessoas compram atualmente. Os consumidores dizem que as redes sociais são a fonte menos confiável na hora de decidir uma compra, e ainda assim é lá que interagem com as fontes mais confiáveis: familiares e amigos.
O conteúdo inicial que apresenta um produto nas redes sociais raramente é o que fecha a venda: segundo o relatório “2025 Shopper Preference” da Bazaarvoice, 47% dos consumidores confiam em depoimentos de clientes e avaliações de outros compradores ao comprar nas redes sociais e, para 39%, a confiança em uma compra cresce conforme o volume de avaliações.
As marcas estão apostando em escala, algo que a Solgaard alcança usando criadores. A marca premium de lifestyle e malas recorreu ao Shopify Collabs para recrutar embaixadores que promovessem produtos no TikTok, Instagram e YouTube.
O resultado: a Solgaard aumentou em mais de 287% a receita atribuída a criadores. Os parceiros geraram mais de US$ 50 mil em vendas desde o lançamento no Shopify Collabs.
“Cultivar uma comunidade de pessoas incríveis no aplicativo Shopify Collabs tornou nossos esforços mais fáceis e eficazes, o que nos ajuda a gerar o máximo de impacto”, explica Adrian Solgaard, fundador e CEO.
5. A compra na loja física é um canal de descoberta e experiência
De acordo com a pesquisa de consumidores da Salsify, as lojas físicas são o principal método de descoberta de produtos e marcas: três em cada cinco compradores usam lojas físicas para descoberta e 69% dos compradores compram novos produtos principalmente em lojas físicas, em comparação com 29% nos sites das marcas.
Mas a jornada do comprador não é linear nem está restrita a um único canal. A Salsify constatou que 53% dos compradores conferem um produto na loja física antes de comprá-lo online, e 43% usam o smartphone para buscar mais informações sobre um produto enquanto fazem compras na loja.
As lojas físicas cumprem várias funções, incluindo descoberta de produtos, fulfillment e engajamento com a marca. Mas dados unificados são necessários para que isso funcione de forma eficiente em grande escala.
A marca de vestuário BYLT Basics ilustra como é essa unificação. A empresa evoluiu de uma operação puramente digital ao implementar uma estratégia de varejo omnichannel por meio da plataforma unificada da Shopify, incluindo:
- implantação rápida do ponto de venda (PDV), que permitiu configurar a loja no mesmo dia;
- um programa de fidelidade unificado que permite aos clientes acumularem e resgatarem recompensas tanto nos canais digitais quanto nos físicos;
- um aplicativo móvel personalizado integrado aos sistemas existentes, responsável por 10% das conversões totais.
A BYLT Basics expandiu para sete lojas físicas lucrativas em menos de um ano e alcançou um crescimento de 400% na categoria feminina.
“Com o crescimento recente da nossa abordagem omnichannel, percebemos que precisávamos simplificar nossa infraestrutura de tecnologia para o que melhor se encaixa no nosso negócio”, afirmou Ryan Groh, head de e-commerce da BYLT Basics.
“Investimos muito em usar várias soluções da Shopify e em consolidar tudo dentro da infraestrutura dela à medida que continuamos ampliando nossa oferta de canais. A nossa equipe economizou um tempo enorme enquanto conseguimos desenvolver ainda mais nossa parceria de longa data com a Shopify para os clientes fiéis da BYLT, tanto online quanto presencialmente.”
6. As carteiras digitais e os pagamentos flexíveis continuam crescendo
Carteiras digitais como Apple Pay, Google Pay e Shop Pay normalizaram o checkout em um clique a ponto de inserir os dados do cartão manualmente hoje parecer um obstáculo: a pesquisa da Baymard mostra que, no total, 37% dos compradores abandonam o carrinho se o processo de checkout for muito longo ou se o site os obrigar a criar uma conta.
Como resultado, a Statista prevê que as carteiras digitais, que atualmente representam 56% de todas as transações online, responderão por 63% das transações até 2030.
O Shop Pay oferece essa funcionalidade de forma nativa. Os clientes podem armazenar as informações de pagamento com segurança no Shop Pay e finalizar a compra mais rápido do que em outros sites. Está comprovado que ele supera outros checkouts acelerados em pelo menos 10%.
A Everlane viveu isso na prática. “Não queríamos que nossos clientes continuassem tendo que inserir o endereço ou as informações do cartão de crédito nem perdessem tempo criando uma conta”, diz Anna M. Peterson, líder de produto da Everlane. “A maioria das pessoas quer evitar se cadastrar e fornecer uma senha. Queríamos tornar a compra rápida, simples e sem atritos para elas.”
A Everlane conquistou 15% do público nos primeiros 30 dias com o Shop Pay. Com base na medição interna da Shopify sobre o desempenho da marca, o Shop Pay alcançou taxas de conversão de até 70%.

7. A sustentabilidade ainda importa quando as marcas conseguem comprovar sua credibilidade
O relatório de 2026 da Circana constatou que US$ 1 de cada US$ 4 gastos em bens de consumo (CPG) nos EUA vai para produtos comercializados com apelo à sustentabilidade. Esses itens foram responsáveis por 44,9% do crescimento do setor de CPG entre 2013 e 2025, segundo a NYU Stern.
Há um preço extra associado a esses produtos: a mesma pesquisa da NYU constatou que produtos comercializados como sustentáveis têm um preço premium médio de 26,6%.
Mas o relatório de Sustentabilidade de 2025 da Blue Yonder constatou que os clientes nem sempre aceitam de imediato as credenciais de sustentabilidade de uma marca:
- 20% acreditam que as marcas comunicam com precisão as iniciativas de sustentabilidade em anúncios e marketing;
- 25% não confiam nas alegações de sustentabilidade de uma marca;
- 17% sentem necessidade de fazer uma pesquisa adicional para verificar essas alegações.
As marcas estão preocupadas em errar, e com razão: a Forrester constatou que três quartos dos profissionais de marketing B2C gostariam de divulgar mais sobre as iniciativas verdes, mas temem que as ações sejam vistas como “greenwashing” (a prática enganosa de alegar que apresenta aspectos sustentáveis, mas apenas para fins de marketing).
A Wild atende a isso incorporando a sustentabilidade ao desenvolvimento do produto, e não como um complemento posterior. A empresa vende sabonetes líquidos e desodorantes naturais que vêm em embalagens recarregáveis, com o objetivo de reduzir o plástico de uso único.
A Wild recorreu à Shopify para comunicar a proposta de valor e operar um modelo de assinatura. “Sabíamos que precisávamos criar uma experiência de compra flexível e confiável para incentivar os clientes a migrarem para nossos produtos sustentáveis”, diz Charlie Bowes-Lyon, cofundador e diretor de marketing.
Desde a migração, a Wild tem uma taxa de conversão de 8%, bem acima da média do setor. Entre 40% e 50% dos clientes têm um plano de assinatura ativo.
8. A personalização só funciona quando a troca de valor é clara
A personalização no e-commerce se tornou um tema em alta. Descontos personalizados influenciam 39% dos compradores a comprar, segundo os dados de 2026 da Salsify.
Mas há uma lacuna entre o que os clientes querem e os dados que estão dispostos a fornecer para tornar a personalização possível.
O relatório de 2026 da Qualtrics constatou que apenas 41% dos clientes acreditam que os benefícios da personalização justificam o custo em privacidade e apenas 39% acreditam que as empresas usam as informações pessoais de forma responsável.
- As marcas podem deixar claro quais dados estão coletando: 46% dos clientes ficam mais dispostos a compartilhar informações se as marcas forem transparentes sobre o que estão coletando.
- As marcas podem dar controle aos clientes: 45% dos consumidores esperam poder controlar ou excluir os próprios dados. Isso se torna possível com uma visão única do cliente que elimina silos de dados ao criar uma única fonte confiável para as informações dos clientes.
A marca de beleza Sculpted by Aimee aplica esse nível de controle do cliente no ponto de coleta de dados. A marca conta com o recurso de carrinho por e-mail do Shopify PDV para coletar dados de clientes visando personalizações futuras.
“Depois de integrar a captura de e-mail, demos às nossas equipes da loja uma meta anual de conversão por e-mail por funcionário”, diz Sam Sisca, VP de varejo. “Vimos a maioria das taxas de conversão por e-mail aumentar em pelo menos 20% e, em alguns casos, até 95%. A Shopify teve muito a ver com isso porque o cliente consegue inserir as informações rapidamente.”
9. O abandono silencioso está crescendo à medida que os clientes dão menos feedback direto
O feedback direto dos clientes vem caindo de forma constante desde 2021. Apenas três em cada 10 clientes dedicam um tempo para explicar por que abandonam uma marca, de acordo com os dados de 2026 da Qualtrics. Eles trocam de marca em silêncio, sem explicar por quê.
Quando as marcas não entendem por que os clientes vão embora, isso pode afetar a receita, a retenção e os esforços futuros de otimização.
Mas há um paradoxo interessante: os clientes estão menos propensos a dar feedback, mas eles estão cada vez mais dependentes dele para tomar decisões de compra.
A pesquisa de 2026 da BrightLocal constatou que os compradores esperam avaliações com mais estrelas e mais recentes do que nunca. Cerca de metade (47%) não compra de um negócio que tenha menos de 20 avaliações; 74% só se importam com avaliações escritas no último mês.
As marcas se beneficiam ao usar métodos mais proativos para coletar o feedback dos clientes.
A SilkSilky adotou essa abordagem ao implementar os recursos de personalização da página de checkout da Shopify. Uma pesquisa com o usuário aparece imediatamente após o cliente fazer um pedido, oferecendo 15% de desconto adicional. A pesquisa em pop-up tem o triplo da taxa de resposta do e-mail marketing.
Como os varejistas podem responder a essas tendências de comportamento do consumidor em 2026
A pesquisa em todas as tendências aponta para a mesma dinâmica de base: os consumidores em 2026 estão mais informados, mais céticos e mais dispostos a trocarem de marca. Veja como você pode corresponder.
Priorize a comunicação de valor em vez de descontos indiscriminados
Use a página do produto para comunicar claramente o valor e abordar os pontos de comparação mais comuns para os possíveis compradores.
Ancore isso nas perguntas de um comprador cético de primeira viagem.
- Qual problema isso resolve?
- O que isso substitui?
- Quanto tempo dura?
- O que acham as pessoas que já têm o produto?
Revise as descrições dos produtos para garantir que elas falem sobre resultados, e não apenas sobre funcionalidades, destacando avaliações que reforcem a durabilidade e a resolução de problemas, e sendo transparente sobre o que está incluído.
Como confirma a pesquisa de 2026 da Capgemini, preços transparentes e políticas consistentes hoje estão lado a lado com a própria qualidade entre os principais fatores de confiança do consumidor.
Trate os dados primários como uma troca de confiança
Quando um cliente compartilha dados primários, mostre o que ele recebe em troca: uma recomendação personalizada, um benefício de fidelidade ou um alerta de reposição quando o item da lista de desejos estiver disponível para compra.
Isso se conecta à pesquisa da Capgemini, que comprova que os clientes ficam mais dispostos a compartilharem dados quando as marcas são transparentes sobre o que estão coletando.
Dica: na Shopify, os perfis unificados de clientes reúnem dados tanto de recursos nativos da Shopify quanto de aplicativos integrados. Esses perfis alimentam a segmentação dinâmica e a automação de marketing, o que permitiu à Sanjo aumentar as taxas de retenção em 60%.
Reduza os atritos no checkout, na entrega e nas devoluções
Cada ponto de atrito desnecessário é um momento em que o cliente pode ir para outro lugar.
- Checkout: o checkout acelerado do Shop Pay elimina a criação de conta e o preenchimento de formulários complexos, que respondem por 37% do abandono de carrinho. Os compradores podem salvar e-mail, método de pagamento, e dados de envio e cobrança para finalizar a compra em qualquer loja com Shop Pay habilitado.
- Entrega: o Shop Promise pode mostrar um prazo específico de entrega na página do produto e no checkout. Ele usa o histórico de fulfillment de pedidos e estimativas de tempo de transporte para calcular os prazos de entrega. Se o item chegar fora desses prazos, os pedidos elegíveis do Shop Promise contam com uma garantia limitada.
- Devoluções: o relatório de 2026 da Route constatou que 82% dos compradores dizem que opções fáceis de devolução influenciam a decisão de comprar de uma marca. O recurso nativo de devoluções por autoatendimento da Shopify permite que os clientes iniciem uma solicitação de devolução diretamente na página de status do pedido. Aprove ou recuse solicitações, adicione itens de troca, forneça instruções de envio e envie etiquetas de devolução.
Use a IA para apoiar, e não substituir os relacionamentos com os clientes
Os clientes estão recorrendo aos mecanismos de busca com IA para comprar, mas desconfiam da IA quando ela parece estar agindo em nome de uma marca.
O relatório de dezembro de 2025 da YouGov mostra que apenas 5% “confiam muito na IA”. Cerca de 19% dizem que “não confiam muito nela” e 22% não têm confiança alguma.
Revise a jornada do cliente para descobrir o que a IA faz melhor. Configure um botão “Falar com um humano” no seu chatbot e registre os assuntos ou temas mais frequentemente abordados. Explore casos de uso de IA para aqueles que são facilmente resolvidos pela tecnologia de aprendizado de máquina (ML).
Dica: o Shopify Sidekick é um assistente de IA integrado a todos os planos da Shopify. Ele consegue apresentar dados e extrair insights da sua loja. A Snocks Group o usa para reduzir em até 98% o tempo de criação de relatórios, de 30 minutos para segundos por consulta.
“Todo mundo já trabalhou com IA a essa altura”, diz Kevin Foitzik, líder do grupo de lojas online e TI na Snocks Group. “Mas ter isso dentro da própria Shopify, conectado aos seus próprios dados, a torna muito mais utilizável.”
*Com base em uma pesquisa de 2025 com 500 lojistas da Shopify, realizada em inglês na Austrália, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Nova Zelândia e Estados Unidos. Os respondentes eram de negócios já estabelecidos com dois anos ou mais na plataforma. Os resultados refletem as experiências dessa amostra específica e podem não ser representativos de todos os lojistas.
Perguntas frequentes sobre tendências de comportamento do consumidor
O que é comportamento do consumidor?
O comportamento do consumidor é o estudo de como e por que as pessoas tomam decisões de compra: o que as leva a comprar, o que as faz trocar de marca e o que faz com que voltem. As marcas usam as emoções, os pensamentos e os sentimentos do público-alvo em estratégias de marketing.
Por que o comportamento do consumidor está mudando em 2026?
O comportamento do consumidor em 2026 está mudando à medida que os clientes se concentram no custo-benefício e nos preços, usam IA para comprar e tratam as lojas físicas como um lugar de descoberta. Personalização e sustentabilidade ainda importam, mas apenas quando as marcas conseguem comprovar as alegações e são transparentes sobre como usam os dados dos clientes.
Quais são os principais fatores que influenciam o comportamento do consumidor hoje?
Há quatro fatores que influenciam o comportamento do consumidor em 2026.
- Fatores psicológicos, como motivações de compra, atitudes e preferências do consumidor.
- Influências sociais, como avaliações, tendências de mercado e pressão dos pares.
- Fatores econômicos, como o preço dos produtos e o aumento dos custos.
- Fatores pessoais, como ocupação, idade e nível de renda.
Como as marcas de e-commerce devem responder à mudança no comportamento do consumidor?
As marcas podem responder à mudança no comportamento do consumidor das formas a seguir.
- Tornando o checkout, a entrega e as devoluções o mais fluidos possível.
- Coletando dados primários de forma transparente.
- Estando presentes onde a descoberta por IA acontece.
- Tratando as avaliações como um canal de marketing.
- Usando o varejo físico como uma ferramenta de descoberta e experiência de marca.
- Comunicando alegações de sustentabilidade com provas.

